quarta-feira, 21 de novembro de 2007

No consulado de SP: Entrega dos docs!

Hoje fui entregar pessoalmente a documentação no Consulado, que fica na Torre Norte do WTC SP, aí na foto ao lado.
Sei que poderia ter enviado a papelada pelo Correio, mas deu tanto trabalho juntar tudo, que fiquei com medo de dar azar e o envelope acabar extraviando, vai saber! Fora que queria conhecer logo o tal Consulado (e quem sabe a Maria João? rs) para não ficar algo muito virtual. rs
Fui no horário de almoço e me dei mal, pois o atendimento ao público é somente das 9:30 às 11:00 pela manhã, e das 15:00 às 16:00 à tarde (de segunda a quinta!).
Como teria que esperar por cerca de duas horas e meia pra poder fazer a entrega pessoalmente, tentei desistir e deixar o envelope na recepção do WTC (um balcão exclusivo do Consulado do Canadá), mas não foi possível, já que eles não permitem isso. Como não havia uma agência dos Correios por ali, pensei: "Quer saber de uma coisa? Vou esperar, já que estou no inferno, agora quero ver o diabo!" (hehehe Desculpem pela expressão!)
No subsolo do WTC, há várias lojas e uma grande praça de alimentação. Então almocei por ali mesmo, enrolei bastante e voltei pra recepção do térreo quando faltavam 10 pras 15:00. E eis que, quando chego lá, já havia uma fila de umas 20 pessoas na minha frente! rs Bem, deu 15:00 e, após a identificação individual, fomos liberados para subir.
Chegando no 16º andar, temos que deixar o celular desligado dentro de um armário numerado, o guardinha dá uma chave para cada um. Antes de entrar e passar pela porta detectora de metais, temos que dizer o que vamos fazer para que indiquem a qual guichê devemos nos dirigir (são 3 ao todo). Entrei e fiquei na fila do tal guichê, atrás de uma jovem senhora loira com seu filho de cerca de 20 anos. E depois disso entendi o porquê dos funcionários não serem sempre muito bem-humorados por lá! Assim que chegou no guichê (com vidros à prova de bala e onde mal dá pra ouvir o que a funcionária fala), a tal madame disse que estava lá para entregar os docs do processo de imigração dela e dos 3 filhos. Beleza, pensei comigo, está na mesma fase que eu. Mas quando a funcionária viu a mulher tirar vários papéis da pasta, de modo um pouco estabanado, perguntou se ela já tinha dado entrada no processo... A loira respondeu que não, que estava dando entrada no processo naquela hora, que estava com certidões traduzidas / juramentas e tudo mais... Só que ela não havia nem preenchido aquele formulário inicial, nem pagado as taxas iniciais de processamento! Ou seja, totalmente sem noção! Sabendo que precisaria de tudo isso, a pretensa migrante perguntou pra funcionária do consulado se havia um computador por ali pra ela prencher os formulários na hora, e também um banco pra ela pagar as taxas, no que a atendente disse que isso seria impossível, uma vez que era quase 15:30 e o atendimento só vai até as 16:00. (E eu esperando na fila e com medo da funcionária ficar muito estressada na hora de me atender depois!).
Finalmente, ela desistiu e perguntou se a mãe dela poderia entregar a papelada depois. A atendente disse que sim, mas que ela poderia enviar a documentação pelo Correio, que não era necessário ir até lá. Aí a loira começou a chorar as pitangas, disse que era do interior (São João da Boa Vista, acho...) e bla-blá-blá.
Bom, chegou a minha vez. Eu havia colocado os documentos num envelope pardo, bem simples, e os separado com clipes. Nada de pastinha colorida, fichário e afins. Disse boa tarde pra funcionária, e que estava lá para entregar os docs. Ela pegou o envelope, carimbou e me disse que não havia protocolo. Eu agradeci e fui embora, não levou mais que 10 segundos.
Pra quem for fazer a entrega pessoalmente, o estacionamento custa R$8,00 a primeira hora, e R$2,00 a hora adicional.
No final das contas, não sei se a Maria João era uma das atendentes que estavam no guichê.
Bom, cumprida esta etapa, e agora com bastante tempo antes do pedido dos exames médicos, resta pesquisar bastante sobre o Canadá e aprender como utilizar tantas ferramentas interessantes no Blog e que eu não tive tempo de aprender. Dá até vergonha desse blog quando comparado com o do pessoal. Mas quem sabe eu ganharei o prêmio "Escritores da Liberdade" um dia! hahahah
Abraços a todos e boa sorte!!!

sábado, 17 de novembro de 2007

No trem do Canadá‏: " A identidade (ou falta dela) canadense".


Matéria da jornalista Miriam Leitão de "O Globo".


"Comecei a escrever esta coluna no trem que liga pontos bem definidos de dois canadás: Montreal, em Quebec, e Toronto, em Ontário. No suave sacolejo do pontualíssimo trem, era possível acessar a internet, falar ao celular, ver os produtivos campos do país, cruzar com outros trens, ou ler. Na primeira parte da viagem, me afundei no livro “The Unfinished Canadian”, que traz inevitáveis reflexões.Os canadenses, explica o livro do jornalista Andrew Cohen, continuam imersos na interminável discussão sobre quem são eles. Serão uma cópia dos americanos pela inevitável força gravitacional que exerce a maior potência do mundo? Serão ingleses? Franceses? A crise de identidade — ou de falta de identidade — tem uma infinidade de dimensões.Cohen é um dos vários escritores a se debruçar sobre esse assunto. Roy MacGregor é outro. No livro “Canadians”, ele pergunta, na primeira linha, “Quem somos nós?” E ele mesmo responde: “Não tenho idéia.” Um canadense de Ontário dirá que a crise de identidade é natural, fruto da extrema juventude do país, que completa, este ano, 140 anos de vida independente.Um canadense de Quebec vai se definir como um québécois (carregando no sotaque, nada anglo-saxão, do som “quebecoá”).Um morador de Toronto vai falar com orgulho do estonteante crescimento da cidade desde que todo o mercado financeiro e muitas empresas fizeram as malas e abandonaram Montreal no auge do movimento separatista de Quebec, na segunda metade dos anos 60. O orgulhoso morador de Montreal mostrará a parte velha da cidade cheia de sinais da volta por cima.


Imponentes prédios do século XVIII que eram sede dos bancos são hoje elegantes hotéis decorados com mobília de época, para dar aos turistas a sensação de retorno no tempo, ou têm decoração radicalmente pós-moderna e minimalista, para explorar as contradições.O belo prédio da Bolsa de Valores é hoje o principal teatro da parte antiga da cidade, e a temporada deste ano, afirmam os cartazes afixados na frente do prédio, é mais uma vez dedicada a confirmar o que eles chamam de os “valores da identidade québécoise”.Perguntei a um morador de Toronto, formado em História, quem era o maior herói do Canadá, e ele me olhou com o espanto.— Não temos heróis. O Canadá não teve guerra civil, revolução, fatos dramáticos.Na universidade, o que mais me aborrecia era ter que estudar a história do Canadá. Era chato.O livro de Cohen ressalta insistentemente esta falta de heróis como fato incontestável.Cita vários autores, canadenses ou não, que dão as mais variadas explicações.“Não há heróis na terra bravia. Só os tolos correm riscos”, diz o escritor irlandês Brian Moore, explicando o fato pela geografia extensa e o clima extremo do Canadá.Em Quebec, respira-se História, e ela não tem apenas 140 anos. O museu de Arqueologia e História, construído no local do primeiro prédio de Montreal, recuperou as fundações da velha edificação e, misturando efeitos high tech com aquelas sólidas bases de pedra, conta a história da cidade que tem mais de 350 anos, com heróis, fundadores e luta de resistência. A cidade foi invadida pelos ingleses, que venceram, mas jamais conseguiram eliminar a forte raiz francesa da terra que um dia se chamou Nova França.


Quando ponderei ao jovem professor de história de Toronto que o país teve, sim, momentos dramáticos, como a invasão americana em York (hoje Toronto) e sua vitória sobre os vizinhos, ele disse: — Ah, isso eram os ingleses, não nós! Em Montreal, um garçom me falou longamente sobre a cidade. Para ele, fatos passados e presentes se misturam contando uma história só. Ele não diria: “Isso foi na época dos franceses.” Ele se sente, de certa forma, um pouco francês.Talvez essa diferença de atitude tenha explicação na estrutura de poder. Os angloamericanos venceram.Para eles, não há necessidade de firmar uma identidade.Eles são o que são e o que serão num país claramente em mutação. Podem continuar sendo engolidos pela proximidade do vizinho poderoso com o qual têm a maior fronteira do mundo, repetindo-os em tudo e se dissolvendo. Os franco-canadenses não querem se dissolver, precisam se diferenciar dos Estados Unidos: é sua única forma de sobrevivência.O escritor austríaco Stephan Zweig, que também passou pelo Canadá no começo do século passado, advertiu que os franceses deveriam aceitar a assimilação com os ingleses. A família Trudeau nasceu da dupla face do país, mas Charles e Grace, pais de Pierre Elliot Trudeau, que viria a ser o mais inesquecível dos primeiros-ministros canadenses, exigiram dos filhos as duas línguas em casa. Até os bilhetes entre pais e filhos eram em inglês, como conta o biógrafo John English no seu recém-lançado “Citizen of the World”.Hoje o Canadá ainda se apresenta como um país bilíngüe, mas parece mais ser um país no qual se falam duas línguas. Moradores de Toronto, de nível universitário, admitem falar apenas um francês para a sobrevivência.Reclamam das aulas obrigatórias, dos métodos cansativos, da língua apresentada como uma coleção de regras.Em Montreal, é mais fácil encontrar quem fale inglês fluente, mas eles preferem sempre a conversa em francês.

Em Quebec, celebram a diversidade cultural; foram formados não apenas pelos franceses, mas por imigrantes de várias nacionalidades.Porém, essa diversidade se estabeleceu em bairros separados, e assim se cristalizou. Viva e estonteante é a diversidade cultural de Toronto, que eu conto amanhã".




Esta matéria e muitas outras, extraídas dos principais periódicos e revistas brasileiras, podem ser encontradas no blog abaixo, que indico aos amigos.




Achei esta matéria muito interessante.


segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Ôba, good news!


Quando pensava que a carta de solicitação de docs ainda levaria pelo menos um mês pra chegar, eis que ao abrir a porta de casa hoje, chegando do trabalho, me deparo com o famoso envelope reciclado debaixo da porta!

Pena que a Certidão Criminal Negativa da Polícia Federal só vai ficar pronta dia 19/11. Era pra estar pronta no dia 24/10, mas devido à greve, o prazo passou de 30 dias para quase 2 meses, um absurdo!

Segue a atualização do nosso processo:

24/04/2007: Envio do formulário para o consulado de SP
09/05/2007: Abertura do processo
16/05/2007: Recebimento da carta de confirmação
05/11/2007: Carta solicitando docs

Tomara que a Certidão da Dani não atrase muito também e que possamos enviar a documentação ainda no mês de novembro.

Abs.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Coisinhas de mulheres...

Como o Pedro tem publicado muita coisa séria e concreta por aqui, resolvi escrever um pouquinho do que está se passando pela minha cabeça nos últimos meses...

Enquanto estamos sem novidades com relação ao processo de imigração, o jeito é continuar pesquisando e sonhando... Uma de minhas atividades diárias tem sido visitar os blogs de quem já está no Canadá e também daqueles que estão "na fila", como nós!


Lendo os relatos, é inevitável que surjam mil dúvidas e que fiquemos cada vez mais ansiosos com a possibilidade de mudar logo de vida! Principalmente eu, que sou a ansiedade fantasiada de gente!


Muitas coisas me preocupam... Não necessariamente nesta ordem: idioma, moradia, clima, alimentação, saúde, novas amizades, enfim... a nossa adaptação num lugar cuja realidade é totalmente diferente da nossa!

Pode ser que em outros tópicos eu aborde cada um dos itens citados acima, mas hoje vou falar de coisinhas de mulheres!

Acabo de chegar à conclusão, depois de ler o comentário que a Cecília do Pinguinland deixou pra mim, que vou ter que fazer um cursinho de manicure por aqui! Pelo visto esse tipo de serviço no Canadá é supercaro!! Até que fazer as unhas das mãos não é tão difícil... me falta um pouco de coordenação, mas nada que um esmalte clarinho não disfarce e engane de longe! Mas e os pés?? Eu tenho uma amiga que diz que quando tenta fazer as unhas dos pés sempre se lembra daquela música dos Mamonas Assassinas: "Comer tatu é bom, que pena que dá dor nas costas!" Diante desse meu "desespero" o Pedro me tranquilizou dizendo que meus pés ficarão dentro de botas durante a maior parte do ano... Sei, sei... Quero até ver se ele vai gostar de me ver dormindo de botas!

Isso sem falar nas minhas luzes, nas sobrancelhas, na depilação... Nessas horas me parece tão mais prático ser homem!

Bom, vou parar por aqui porque já deve ter gente me achando uma perua fútil à beira de um ataque de nervos! E olha que eu nem sou das mais vaidosas, quem me conhece sabe! Só faço o necessário para me sentir bem, mas tenho certeza que vou conseguir me virar muito bem sem essas coisinhas no Canadá!

Depois me preocupo com isso! Agora tenho hora marcada no cabeleireiro! ehehehe

sábado, 20 de outubro de 2007

Resultado do IELTS

Bom pessoal, hoje de manhã fui até a St. Giles pegar o resultado da prova.

Ao mesmo tempo que fiquei feliz pelo resultado, fiquei chateado pela nota do Speaking (falarei mais a respeito abaixo).

Mas vamos ao resultado:

Listening: 7.0
Reading: 8.0
Writing: 8.0
Speaking: 6.5
Overall Band Score: 7.5

Bem, estas notas garantiram os pontinhos que faltavam pra ter a pontuação mínima. Temos 69 pontos dos 67 necessários.

Mas falando sobre o IELTS, deixo aqui meus comentários e "dicas".

Sobre a preparação para a prova, eu me preparei mais no entendimento de como funciona cada parte da prova e nas dicas dadas pelo site abaixo:

http://www.ieltshelpnow.com/free_ielts_general_training_listening_test_tutorial.html

O prof. que escreve os artigos dá várias dicas que achei bem válidas para cada parte do teste.

Em termos de material, eu fiz alguns simulados que retirei deste site:

http://artefact.lib.ru/languages/eng_textbooks_ielts.shtml

Comentários sobre o que achei da prova:

1) Listening: é a parte que eu estava com mais medo, principalmente por causa dos diferentes sotaques e também porque meu poder de concentração não é muito bom e eu tinha receio de me distrair e perder pontos. No início da prova eu perdi algumas questões, mas segui os conselhos do prof. do site que citei: "não se pode cair no desespero! Perdeu, esqueça e se concentre nas próximas questões". Acabei recuperando os pontos perdidos no início na parte final da prova, que é a mais chatinha. Se eu tirasse 6 já ficaria conformado, mas acabei conseguindo 7, o que me deixou feliz.
Não deixe nada em branco na folha de resposta! Há casos que são questões de múltipla escolha e mesmo que você não tenha descoberto a resposta, você ainda pode utilizar o raciocínio lógico e chutar a questão com boa possibilidade de acerto.

2) Writing: minha expectativa era tirar 8 e, ainda bem, ela se confirmou. Já que a prova é feita a lápis, eu fui escrevendo direto, sem fazer rascunhos, e procurando completar o máximo possível de linhas. Os assuntos que caíram foram interessantes, então dei sorte em desenvolver bem os temas. Minha dica é não fazer rascunho, caso contrário você terá que correr bastante e talvez não dê tempo de revisar bem o texto e encontrar possíveis erros que você tenha cometido.

3) Reading: há muitos textos pra ler. Eu procurei, antes de iniciar a leitura completa de cada texto, verificar as perguntas pra saber exatamente o que o examinador queria saber no meio daquele monte de informações. Aí, ao ler o texto completo, já fui grifando os trechos mais importantes. Quando acabei esta parte ainda faltavam uns 10 minutos, então chequei cada uma das minhas respostas e acabei encontrando alguns erros. Portanto, a dica é aproveitar cada minuto, pois você sempre vai encontrar algum detalhe que passou batido e pode te garantir bons pontinhos. A nota 8 foi de bom tamanho. Outra dica é: muito cuidado ao passar as respostas pra folha! Fique atento ao que o examinador está pedindo! Se a resposta solicitada for, por exemplo, TRUE or FALSE, não responda YES ou NO, pois você perderá pontos que estavam garantidos!

4) Speaking: esta foi a parte em que julgava ter ido melhor. Caí do cavalo e teirei 6.5!
A recepcionista da St. Giles disse que acontece isso com a maioria das pessoas, ou seja, na parte que você julgava ter tirado sua melhor nota, você acaba tirando a pior!
Na minha preparação para a prova, eu ouvi vários testes disponíveis online, nos quais algumas pessoas, mesmo com um sotaque horrível e inglês que eu imagino pior que o meu, foram bem avaliadas pelo examinador, até com nota 9.
No meu exame, eu senti que tinha ido superbem, dei respostas completas e em nenhum momento gaguejei, conseguindo uma fluência legal. Eis que a sra. que me avaliou e que tinha sido bem simpática me dá essa nota! Estou inconformado! rs Sinceramente, acredito que tenha pegado uma avaliadora daquelas bem rígidas pois tenho certeza que com outro avaliador minha nota seria melhor. Fico imaginando que nota ela deu pra outras pessoas que não possuem tanta fluência no idioma.
Mandei um e-mail pra St. Giles perguntado se há a possibilidade da minha prova oral ser reavaliada. Vamos ver.

Enfim, foi essa a minha experiência. Apesar dessa decepção com a prova oral, fico feliz por ter passado "de primeira" e deixado mais um obstáculo para trás.

Um abraço e boa sorte a todos que ainda vão prestar a prova!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Adiantando as coisas

Acompanho alguns blogs semanalmente e deu pra perceber que a fila andou, ou seja, muita gente que havia entregado o formulário de skilled worker do processo federal no fim do ano passado e nos primeiros meses deste ano acabou recebendo a carta de solicitação dos documentos.

Como nosso processo foi aberto em 09/05, e considerando que para os casos citados anteriormente a média de espera foi de aproximadamente 6/7 meses, começamos a adiantar as coisas para termos tudo praticamente em mãos quando a esperada carta chegar (em nov/dez?).

Isso é o que foi possível fazer:

01) Todos os formulários já estão preenchidos, falta só datá-los.

02) IELTS: a prova tá chegando, dia 05/10 (oral) e 06/10 (demais). A luta é pra conseguir ao menos 2 setes. Estou confiante nas modalidades Speaking e Reading. Creio que o Writing 1 também seja tranquilo e o 2 um pouco mais chato. Quanto ao Listening, não creio que consiga mais do que 6 (odeio o sotaque britânico!).

03) Passaporte: Como o meu passaporte atual vence em novembro, estive na Sede da PF em SP (fiz o agendamento pela Internet), e tudo foi perfeito para solicitar o novo modelo. Meu horário era o das 13 horas. Às 13:15 eu já estava saindo de lá. Na verdade, cheguei com antecedência e aproveitei pra dar entrada na solicitação da certidão criminal negativa. Vai demorar 1 mês pra ficar pronta, isso se a greve que começou agora não prejudicar os trabalhos...A Daniela ainda vai ter que ir lá tirar pessoalmente a certidão também...

04) Certidões: Sobre a da PF eu já citei acima. A Estadual, eu tirei no Poupa-Tempo da Praça da Sé. Cheguei lá no início da tarde e saí com o documento em mãos depois de cerca de duas horas de espera. Pra quem não gosta de ficar sem fazer nada, recomendo que leve alguma coisa para ler. A certidão da Justiça Federal nós tiramos pela internet mesmo, pois a Daniela foi até a justiça federal no Centrão e a mulher que atendeu disse que só emitem pela Internet. Fiquei com o pé atrás pois alguns juram que o consulado canadense só aceita certidão original, nada de Internet...

05) Fotos: Vamos tirar qualquer hora, espero que o fotógrafo tire fotos nas tais medidas solicitadas pelo consulado, ou seja, 3,5 x 4,5!!!

06) A parte de comprovantes de estudo, trabalho e certidões pessoais já está pronta, ou melhor, falta apenas o histórico escolar da faculdade da Dani.

Enfim, acho que é isso. Estamos sem postar por aqui faz tempo mas continuamos vivos! :-)

Um abraço a todos!

domingo, 22 de julho de 2007

Casamento!


Este final de semana foi muito importante. Eu e a Dani casamos no civil. O religioso vai ser ano que vem, antes de imigrarmos. Desta forma, até lá, vamos morar ainda separados e usando as alianças na mão direita.
Tudo foi muito especial. Geralmente, casamentos no civil são mera formalidade e chatos. No nosso caso, foi bem mais animado. Primeiro porque o cartório em que casamos, na Rua Frei Caneca, é super bonito (e olha que achar um cartório bonito é o fim da picada!). Mas o mais legal foi a presença de tanta gente que veio de longe (de Uberaba principalmente, da parte da Dani) e a juíza que celebrou o casamento que foi nota 10. Ela fugiu um pouco do script burocrata, foi bem simpática e, em determinado momento, me fez chorar como um bebê. Ela pediu que eu falasse algumas palavras para a Dani, do coração....aí a equipe do fotógrafo/cinegrafista colocou aquele fundo musical "emocionante" e não teve como me segurar...Acho que demorei pelo menos um minuto pra conseguir falar alguma coisa até me acalmar. Fiquei orgulhoso pela Dani. Ela é super chorona e, quando chegou a vez dela, foi firme e carinhosa, e não chorou! Mas já prometi que no casamento religioso vou me segurar, o que tinha que chorar já deixei para esta vez.
Depois fomos numa churrascaria almoçar. O atendimento e o ambiente foram excelentes. Mais pro final da refeição, eu já estava ansioso pra pedir sobremesa (sou uma formiga!) quando eis que começaram a cantar e bater palmas...Lá vinha um bolo surpresa com dois noivinhos em cima!
À noite fomos ao Teatro Abril, assistir ao musical "Miss Saigon". Adoramos! No intervalo, brindamos com champagne a esta data especial!
Enfim, enquanto o processo de imigração ainda está relativamente distante, vamos tocando nossa vida por aqui e tentando ser felizes, apesar das dificuldades no Brasil em relação aos problemas sociais /políticos, etc. Esperamos também que o caos nos aeroportos seja resolvido de alguma maneira. Foi uma tristeza muito grande acompanhar o sofrimento de tantas pessoas que perderam familiares e amigos de maneira tão trágica no acidente com o avião da TAM.

Um abraço a todos!